A sala de espectáculos-mãe do Iodo foi o Centro Cultural do Alfeite. Tendo iniciado ali as nossas actuações publicas, quando adoptamos o nome "O Eléctrico", foi também ali que demos mais tarde dois concertos, um deles com o TóPê a solo na primeira parte.
Apesar de ser uma pequena sala, tinha um bom palco, e era muito frequentada por pessoal que nos adoptou desde o inicio, dando origem a uma pequena legião de entusiastas pelo nosso trabalho e nos seguia em muitos concertos. Mas mais importante ainda - foi deste bairro que saiu a quase totalidade dos nossos carregadores, aos quais, com humor, chamávamos de "pretos".
Copiando em muitos casos os modelos de bandas mais batidas, com os quais partilhávamos palcos, os nossos "pretos" depressa se tornaram excelentes profissionais, em tudo o que é exigido num concerto, desde o chegar cedo ao recinto, à disposição do material no palco, às (poucas) exigências dos músicos, e claro, à qualidade do som, desde que adquirimos o nosso primeiro P.A. e pudemos trabalhar o som à nossa vontade, pois depender dos equipamentos alheios, para além de custar dinheiro, tinha em algumas vezes custos de outra natureza. E bem pior.
Copiando em muitos casos os modelos de bandas mais batidas, com os quais partilhávamos palcos, os nossos "pretos" depressa se tornaram excelentes profissionais, em tudo o que é exigido num concerto, desde o chegar cedo ao recinto, à disposição do material no palco, às (poucas) exigências dos músicos, e claro, à qualidade do som, desde que adquirimos o nosso primeiro P.A. e pudemos trabalhar o som à nossa vontade, pois depender dos equipamentos alheios, para além de custar dinheiro, tinha em algumas vezes custos de outra natureza. E bem pior.
Lembro-me que o meu"preto" o Luís, era perfeito, na colocação do meu material, regulações, afinação das guitarras, sem esquecer as Sagres por trás do Yamaha...
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| O cartaz de 27/12/1980 |



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